
Apontamentos Finais II
3 – Em jeito de conclusão, devo dizer que, como sou optimista por natureza, tenho esperança de que a necessária mudança de paradigma nas ciências médicas acabe por se concretizar mais cedo ou mais tarde. Temo que seja mais tarde, sobretudo entre nós neste cantinho da Europa, e temo ainda que até lá se enveredem por caminhos em zigue-zague, numa tentativa de fugir ao destino, que pode ser ainda mais nefasta do que a situação actual. Mas sobre o futuro apenas podemos especular...
4 – Há no entanto algo que podemos fazer, que já aqui foi referido, e muito bem, nos comentários ao primeiro post. Falo da auto-responsabilização pela nossa saúde. Neste sentido parece-me que assumirmos total responsabilidade pela nossa consciência seria um bom começo. Já ouviram falar no sistema do “Corpo-Espelho”?
Este sistema foi criado por Sir Martin Brofman. Segundo a sua teoria, baseada essencialmente nas filosofias orientais, qualquer sintoma de uma doença começa na nossa consciência vindo posteriormente a manifestar-se no corpo físico. Ou seja, Sir Martin defende que toda a doença é o reflexo de um mau uso da nossa consciência e que para invertermos a situação deveríamos começar por analisar a forma como pensamos, agimos, julgamos e nos relacionamos connosco próprios, com os outros e com o mundo. Feito isto, e detectada a “falha”, bastaria corrigi-la alterando padrões negativos de pensamento, julgamento e comportamento. Que tal vos parece isto quanto a responsabilização?
Podem ver AQUI mais informação a respeito de Sir Martin Brofman e do seu próprio processo de cura de uma doença supostamente terminal.
5 – Como aqui falei também na saúde espiritual, parte indissociável de uma saúde integral, não poderia terminar sem voltar a ela. É de referir a este respeito a Ajuda Espiritual nos Hospitais, componente que considero bastante importante no apoio ao doente.
4 – Há no entanto algo que podemos fazer, que já aqui foi referido, e muito bem, nos comentários ao primeiro post. Falo da auto-responsabilização pela nossa saúde. Neste sentido parece-me que assumirmos total responsabilidade pela nossa consciência seria um bom começo. Já ouviram falar no sistema do “Corpo-Espelho”?
Este sistema foi criado por Sir Martin Brofman. Segundo a sua teoria, baseada essencialmente nas filosofias orientais, qualquer sintoma de uma doença começa na nossa consciência vindo posteriormente a manifestar-se no corpo físico. Ou seja, Sir Martin defende que toda a doença é o reflexo de um mau uso da nossa consciência e que para invertermos a situação deveríamos começar por analisar a forma como pensamos, agimos, julgamos e nos relacionamos connosco próprios, com os outros e com o mundo. Feito isto, e detectada a “falha”, bastaria corrigi-la alterando padrões negativos de pensamento, julgamento e comportamento. Que tal vos parece isto quanto a responsabilização?
Podem ver AQUI mais informação a respeito de Sir Martin Brofman e do seu próprio processo de cura de uma doença supostamente terminal.
5 – Como aqui falei também na saúde espiritual, parte indissociável de uma saúde integral, não poderia terminar sem voltar a ela. É de referir a este respeito a Ajuda Espiritual nos Hospitais, componente que considero bastante importante no apoio ao doente.
6 – De volta ao principio: somos muito mais que um conjunto de órgãos articulados entre si e há muitas terapias, umas mais recentes outras milenares, a merecerem uma investigação cuidada em lugar do cepticismo autista que pura e simplesmente se recusa a olhar noutras direcções, como se a vida fosse uma rua estreita de sentido único e obrigatório.


